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As inscrições para o Congresso Mundial de Ciência do Solo já estão abertas

As inscrições para o Congresso Mundial de Ciência do Solo, que será realizado em agosto de 2018, no Rio de Janeiro estão abertas. Você pode fazer a inscrição do seu trabalho desde já, mesmo que não pague agora. O prazo para pagamento com descontos termina dia 15 de fevereiro, mas as inscrições de trabalhos serão aceitas somente até 30 de novembro. Atenção porque este prazo é improrrogável.
O Congresso Mundial é de todos os brasileiros e precisamos contar com trabalhos que mostrem nossa capacidade de pesquisa em Ciência do Solo.

A organização do evento fez um esforço considerável de planejamento e de captação externa para diminuirmos os custos para participantes do Brasil.
Apenas para ilustrar, veja, abaixo, a comparação dos preços (em dólares) dos dois últimos eventos comparados com o proposto para o nosso evento de 2018.

Visite o site do 21WCSS e mantenha-se informado

 

Solos e serviços ambientais são temas da nova edição do Boletim da SBCS

A nova edição do Boletim da SBCS já está no ar com as notícias do XXXVI Congresso Brasileiro de Ciência do Solo.
E ainda têm vários artigos muito interessantes sobre solos e serviços ambientais.
Enquanto o seu exemplar não chega pelo correio, leia a íntegra do Boletim aqui no site da SBCS.

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Belém recebe o XXXVI Congresso Brasileiro de Ciência do Solo

A floresta amazônica, que ocupa mais de 40% do território nacional e abriga a maior bacia hidrográfica em volume e extensão do planeta e a maior biodiversidade, foi o tema central do XXXVI Congresso Brasileiro de Ciência do Solo (CBCS), que aconteceu entre 30 de julho e 5 de agosto, em Belém(PA). O evento reuniu mais de 1200 participantes de todos os estados do Brasil em uma programação intensa de conferências, palestras e debates.O Congresso foi promovido pela SBCS e realizado pela Universidade Federal Rural da Amazônia, com apoio da Embrapa, Instituto Federal do Pará, Abrapalma, Universidade Federal do Pará e Museu Paraense Emílio Goeldi.

O XXXVI Congresso Brasileiro de Ciência do Solo foi presidido pelo professor da UFRPA Antonio Rodrigues Fernandes. Desde que o local do evento foi decido, em 2015, ele foi incansável na sua organização.  Ao avaliar o Congresso, Antônio disse que a crise financeira que assola o país trouxe grandes dificuldades na captação de recursos, mas foi possível arcar com todas as despesas, sem sacrificar os congressistas. A distância de Belém das regiões onde há maior número de estudantes e pesquisadores também foi uma preocupação dos organizadores. No entanto, o Congresso manteve a média de participação dos anteriores.

O evento foi presidido pelo professor da UFRPA, Antonio Rodrigues

A circulação do conhecimento da Ciência do Solo aconteceu na apresentação de trabalhos científicos.   A Comissão organizadora do CBCS aceitou 1652 trabalhos, que foram apresentados em forma de e-pôsteres em totens digitais nos intervalos das palestras. Além de divulgar resultados de pesquisas, as apresentações favoreceram o conhecimento e as relações entre pesquisadores

Cultura paraense

A cultura paraense ficou marcada para sempre na memória dos participantes. Já na cerimônia de abertura, os congressistas assistiram a um belo show do Balé Folclórico da Amazônia, apresentando as principais danças do Pará, entre elas o carimbó, que também fez parte de um happy hour, depois de um dia inteiro de programação científica.  A programação social ainda contou com um coquetel de abertura e uma festa de confraternização, sempre valorizando a cultura regional.

Veja a cobertura completa do evento na edição maio/agosto de 2017 do Boletim Informativo da SBCS

 

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Djalma Martinhão recebe prêmio IPNI de pesquisador sênior

 O pesquisador da Embrapa Cerrados Djalma Martinhão Gomes de Sousa foi premiado no International Plant Nutrition Institute (IPNI), este ano, na categoria “Pesquisador Sênior”. A premiação é concedida todos os anos, durante a FertBio ou congressos brasileiros de Ciência do Solo (CBCS), para homenagear os profissionais que realizam trabalhos de excelência nas áreas de nutrição de plantas, fertilidade do solo e fertilizantes. Esse reconhecimento, nas categorias “Sênior” e “Jovem Pesquisador, tem o respaldo do Conselho Diretor da SBCS, que é responsável pela avaliação dos indicados e escolha dos agraciados. O prêmio foi entregue pelo diretor do INPI no Brasil, Luis Prochow, durante o CBCS, dia 2 de agosto, em Belém (PA).

Djalma Martinhão é químico pela Universidade de Brasília (1974), com mestrado em Ciência do Solo pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1980). Ele atua na Embrapa Cerrados há 42 anos nas áreas de fertilidade do solo e adubação, pastagens e plantio direto. O homenageado disse que o prêmio representa o reconhecimento da sua dedicação em colaborar com o desenvolvimento da agricultura brasileira. “Vivenciei e, juntamente com todos os meus colegas da Embrapa, participei das imensas transformações que viabilizaram o agronegócio no Cerrado. Esse reconhecimento da SBCS e do IPNI é muito agradável para mim”, disse Djalma. O pesquisador, que tem 67 anos, já poderia ter se aposentado, mas ainda atua em pesquisas e na orientação de jovens pesquisadores de diversas instituições de ensino no Brasil.

Na categoria “Jovem Pesquisador”, o agraciado foi o estudante de Agronomia da Universidade Federal de São João del Rei Guilherme Moura Ferreira Júlio, com o trabalho intitulado Genótipos, doses e fontes de nitrogênio na severidade do enfezamento do milho.  A escolha do agraciado nessa categoria é feita pela comissão que avalia os trabalhos científicos apresentados durante o CBCS. Em seu trabalho, Guilherme Júlio conclui que o uso de genótipos de milho mais resistentes ao enfezamento é uma importante estratégia de manejo cultural. Ele foi orientado pela pesquisadora da Embrapa Milho e Sorgo de Sete Lagoas Flávia Cristina dos Santos e tem como coautores Dagma Dionísia da Silva, Manoel Ricardo de Albuquerque Filho, Luciano Viana Cota e Rodrigo Véras da Costa.

IPNI 2Djalma Martinhão (à esquerda) e Guilherme Ferreira (à direita) receberam o prêmio do Diretor do IPNI Brasil, Luís Prochonow

Djalma Martinhão à esquerda e o diretor do IPNI Brasil, Luís Prochonow

Djalma Martinhão à esquerda e o diretor do IPNI Brasil, Luís Prochonow

 

Conheça a nova diretoria do Núcleo Estadual São Paulo da SBCS

A eleição para diretoria do Núcleo aconteceu dia 24 de agosto.

O professor Rafael Otto substitui o professor Zigomar de Souza no mandato que vai até 2019

– Diretor:  Rafael Otto (ESALQ-USP)

– 1º Vice Diretor: Estêvão Vicari Mellis (IAC-Campinas)

– 2º Vice Diretor: Thiago Assis Rodrigues Nogueira (UNESP-Ilha Solteira)

– Secretário Geral: Zigomar Menezes de Souza (UNICAMP-Campinas)

– Tesoureiro: Reges Heinrichs (UNESP)

-Conselho Fiscal:

André R. dos Reis (UNESP),

João Luís Nunes Carvalho (CTBE)

Otávio Antonio de Camargo (IAC)

O site do 21WCSS já está no ar!

Faltando um ano para o Congresso Mundial de Ciência do Solos (21 WCSS) que será realizado no Brasil, em 2018, a comissão organizadora liberou o site do evento para iniciar as inscrições. A comissão também disponibilizou a versão em português e conseguiu preços diferenciados em função da renda per capita dos países, para viabilizar o máximo de participantes.

Acesse a página, faça sua inscrição e submeta seu artigo até 30 de novembro deste ano. E atenção, atendendo as exigências da IUSS não haverá prorrogação dos prazos para inscrições. O pagamento com desconto poderá ser feito até 15 de fevereiro de 2018.

Fiquem atentos para as comunicações e notícias no site (www.21wcss.org) e na fanpage do evento:

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(21st World Congress of Soil Science).

Conheça o novo Conselho Diretor da SBCS

Conselho Diretor

Biênio 2017/2019

PRESIDENTE

Fatima Maria de Souza Moreira (UFLA)

VICE-PRESIDENTE

Milton Ferreira de Moraes (UFTM)

Antonio Rodrigues Fernandes (UFRA)

SECRETARIA EXECUTIVA

Secretário Geral: Reinaldo Bertola Cantarutti (UFV)

Secretário Adjunto: Raphael B.A. Fernandes  (UFV)

Tesoureiro: Igor Rodrigues de Assis (UFV)

Ex-presidentes

Gonçalo Signorelli de Farias
Flávio A. Camargo (UFRGS)

Editor da RBCS

José Miguel Reichert (UFSM)

DIRETORIA DAS DIVISÕES ESPECIALIZADAS

Divisão I – Solo no Espaço e no Tempo

Diretor: Lucia Helena Cunha dos Anjos (UFRRJ)

Divisão 2 – Processos e Propriedades do Solo

Diretor: Dalvan José Reinert (UFSM)

Divisão 3 –  Uso e Manejo do Solo

Diretor: Ildegardis Bertol (UDESC)

Divisão 4 –  Solo, Ambiente e Sociedade

Diretor: Cristine Carole Muggler (UFV)

DIRETORES DOS NÚCLEOS SBCS

Núcleo Regional Amazônia Oriental (MA, TO, PA, AP)

Eduardo do Vale Lima (UFRA)

Núcleo Regional Amazônia Ocidental (Amazônia e RR)

José Frutuoso do Vale Júnior (UFRR)

Núcleo Regional Noroeste (AC e RO)

Paulo Guilherme Salvador Wadt (Embrapa Rondônia)

Núcleo Estadual Paraná

Oromar João Bertol (Emater -PR)

Núcleo Estadual São Paulo

Rafael Otto  (Esalq/USP)

Núcleo Regional Centro-Oeste (MT, MS, GO, DF)

Milton F. Moraes (UFMT)

Núcleo Regional Leste (MG, RJ, SP)

Marcos Gervasio Pereira (UFRRJ)

Núcleo Regional Nordeste

Júlio César Azevedo Nóbrega (UFRB)

Núcleo Regional Sul (RS, SC)
Maurício Vicente Alves (Unoesc – SC)

João Mielniczuk é condecorado com Prêmio Antonio Carlos Moniz de Ciência do Solo

A Sociedade Brasileira de Ciência do Solo condecorou o professor João Mielniczuk com o Prêmio Antonio Carlos Moniz de Ciência do Solo, em reconhecimento à sua ampla e relevante contribuição, durante toda vida profissional, à Ciência do Solo e à agricultura gaúcha e brasileira. Trata-se da maior condecoração conferida pela SBCS.

A entrega da premiação aconteceu durante a Assembleia Geral da SBCS, no dia 2 de agosto, no Congresso Brasileiro de Ciência do Solo, em Belém (PA). O professor João não pôde comparecer por motivos de saúde e foi representado pelo colega do Programa de Pós-Graduação em Ciência do Solo da UFRGS Cimélio Bayer, que agradeceu a condecoração em nome do homenageado. O diploma e a medalha do mérito foram entregues pela presidente da SBCS, Fatima Moreira.

O Prêmio Antonio Carlos Moniz é entregue a cada dois anos, durante a realização dos congressos brasileiros de Ciência do Solo, a um único profissional que tenha, ao longo de sua vida científica, contribuído extraordinariamente para o avanço da ciência ou da tecnologia na Ciência do Solo brasileira. No início dos anos ímpares, a SBCS abre as inscrições e aguarda as indicações feitas por sócios ou instituições, conforme o regulamento da premiação. Os nomes indicados são avaliados por uma comissão julgadora. Este ano, foram indicados seis candidatos. O nome do professor João Mielniczuk foi indicado pelo Programa de Pós-Graduação em Ciência do Solo da UFRGS, com o apoio de diversas instituições de ensino e pesquisa do sul do Brasil.

João Mielniczuk é engenheiro agrônomo (1964) e mestre em Ciência do Solo (1970) pela UFRGS, com doutorado pela Universidade de Wisconsin – EUA (1973). Ele dedicou a sua vida profissional ao desenvolvimento de pesquisa e formação de recursos humanos em Ciência do Solo no Departamento de Solos e no Programa de Pós-Graduação em Ciência do Solo da UFRGS. Com formação acadêmica em Fertilidade do Solo, atuou, até o final da década de 1960, no desenvolvimento e na calibração de análises de solos na região Sul. Posteriormente, os enormes problemas de degradação dos solos agrícolas pelo manejo inadequado levaram-no a atuar e a desenvolver no Brasil a área de Manejo de Solos. Foi nessa área em que apresentou a sua mais expressiva contribuição no ensino, pesquisa e formação de recursos humanos, particularmente no desenvolvimento de sistemas sustentáveis de manejo adaptados às regiões subtropicais e tropicais brasileiras.

A sólida formação técnica, visão privilegiada e comportamento humilde renderam a esse filho de pequenos agricultores poloneses a atuação na coordenação e desenvolvimento de importantes projetos de extensão que impulsionaram o setor agrícola brasileiro. Até o final da década de 1960, atuou no Projeto de Melhoramento da Fertilidade dos Solos do Rio Grande do Sul, a chamada Operação Tatu, que revolucionou a agricultura regional. Os significativos resultados obtidos na recuperação e manejo adequados da fertilidade do solo se refletem até hoje no desempenho da agricultura gaúcha e catarinense.

Posteriormente, no final da década de 1970, coordenou, juntamente com o colega Werner Wunshe, da Embrapa Trigo, o Projeto Integrado de Uso e Conservação do Solo (PIUCS), que abrangeu uma área de 3,5 milhões de hectares e foi desenvolvido na região produtora de grãos do Planalto Médio do Rio Grande do Sul. Similar à Operação Tatu, o PIUCS teve profunda influência na mudança de manejo de solos pela preconização do uso do solo segundo a sua aptidão agrícola, eliminação da queima da palha do trigo, redução do preparo de solo pela adoção dos sistemas de cultivo mínimo e plantio direto, além de uso de plantas de cobertura. Pode-se dizer que o desenvolvimento do PIUCS foi associado a projeto semelhante no Paraná, o marco da agricultura conservacionista no Rio Grande do Sul, que se difundiu posteriormente para as diversas regiões brasileiras.

Apesar da sua grande contribuição à pesquisa em Ciência do Solo, com aproximadamente 70 artigos publicados – em sua maioria na RBCS e em periódicos internacionais – e no desenvolvimento e coordenação desses importantes projetos de extensão, com forte expressão na produtividade das culturas e preservação dos recursos naturais em nível nacional, possivelmente tenha sido no ensino e na formação de recursos humanos a mais expressiva contribuição do professor João para o desenvolvimento e sustentabilidade da agricultura nacional. No curso de graduação em Agronomia da UFRGS, ministrou a disciplina de Fertilidade de Solo. No Programa de Pós-Graduação em Ciência do Solo teve destacada atuação na regência da mesma disciplina, por mais de 10 anos. Posteriormente, criou a disciplina Relação Solo-Planta com a efetiva colaboração do professor Ibanor Anghinoni.

Já migrando para a área de pesquisa em Manejo de Solos, criou a disciplina de Manejo de Solos, em 1993, que ainda ministra e é direcionada principalmente a estudantes de doutorado. Ela aborda aspectos avançados de interface do Manejo de Solos, como a Visão Sistêmica do Solo, Qualidade do Solo e Serviços Ambientais, Sequestro de Carbono e Emissão de Gases de Efeito Estufa em Solos Agrícolas.

Pesquisador nível 1A do CNPq de 1976 a 2010, quando desativou sua linha de pesquisa, o professor João Mielniczuk orientou 32 mestres e 18 doutores em Ciência do Solo, pesquisadores esses que desempenham suas atividades em universidades federais e institutos de pesquisa de todo o Brasil. A sua contínua participação como palestrante em congressos promovidos pela SBCS, somada à forte ênfase na formação de recursos humanos – que resulta na ocorrência de ramificações e influência indireta da atuação desse profissional -, torna difícil a mensuração da dimensão da sua real contribuição à Ciência do Solo e à agricultura nacional. Reforça-se, portanto, a convicção de que o professor João Mielniczuk situa-se entre os pesquisadores mais reconhecidos em nível nacional, seja pela sua expressiva contribuição técnica nas áreas de Fertilidade e Manejo de Solos, seja pelo seu caráter humanitário de respeito ao ser humano, que sempre pautou a sua vida e atividade profissional.

Aposentado desde 1995, o professor João Mielniczuk desativou a sua linha de pesquisa apenas em 2010, período até o qual manteve atividade intensa de ensino, pesquisa e orientação no Departamento de Solos e no Programa de Pós-Graduação em Ciência do Solo da UFRGS, como professor colaborador convidado.

(texto retirado do original de Élvio Giasson Chefe do Departamento de Solos/UFRGS e Carlos Gustavo Tornquist, Coordenador do PPG Ciência do Solo/UFRGS)

Instituições que referendaram a indicação do Professor João Mielniczuk:

  • Núcleos Regionais Sul e Paraná da SBCS.
  • Federação Brasileira de Plantio Direto e Irrigação.
  • Rede Oficial de Laboratórios de Análise de Solos e de Tecido Vegetal dos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
  • Secretaria da Agricultura, Pecuária e Irrigação do Rio Grande do Sul.
  • Instituto Riograndense do Arroz.
  • Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina– Epagri/Cepaf.
  • Universidade Federal do Pampa, UFSM, Udesc, Unoesc, UFPR e FAI Faculdades.
  • Embrapa, unidades Trigo, Clima Temperado, Cerrado, Tabuleiros Costeiros, Acre, Semiárido e Diretoria Executiva de Pesquisa e Desenvolvimento.
  • Associação de Engenheiros Agronômos do Oeste de Santa Catarina
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  • Foto: Gustavo Diehl (UFRGS)

Conheça a nova diretoria do Núcleo Regional Noroeste

Diretoria do Núcleo Regional Noroeste (AC,RO) eleita para a gestão 2017-2019:

Diretor: Paulo Guilherme Salvador Wadt (Embrapa Rondônia)
Secretária: Stella Cristiani Gonçalves Matoso (IFRO – Colorado do Oeste)
Tesoureira:  Marcela Campanharo (UNIR)
1°. Vice-Diretor: Henrique Nery Cipriani (Embrapa Rondônia)
2°. Vice-Diretor: Elizio Ferreira Frade Jr. (UFAC)

O site da SBCS está ainda mais seguro

O site da SBCS está ainda mais seguro para que você faça operações financeiras com mais confiança.  Agora o site  tem certificado de proteção SSL(Secure Sockets Layer), um protocolo que garante que os usuários naveguem em um ambiente seguro. Esta segurança pode ser notada pelo usuário através do cadeado fechado exibido em todos os navegadores e o termo https no endereço.

A comunicação entre o site e servidor fica protegida com um certificado criptografado, impedindo que os dados sejam interceptados através de phishing e sites fraudulentos. Assim, dados como login, formulários, e-mails e transações com cartão de crédito são transmitidos de forma segura.

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