Belém recebe o XXXVI Congresso Brasileiro de Ciência do Solo

A floresta amazônica, que ocupa mais de 40% do território nacional e abriga a maior bacia hidrográfica em volume e extensão do planeta e a maior biodiversidade, foi o tema central do XXXVI Congresso Brasileiro de Ciência do Solo (CBCS), que aconteceu entre 30 de julho e 5 de agosto, em Belém(PA). O evento reuniu mais de 1200 participantes de todos os estados do Brasil em uma programação intensa de conferências, palestras e debates.O Congresso foi promovido pela SBCS e realizado pela Universidade Federal Rural da Amazônia, com apoio da Embrapa, Instituto Federal do Pará, Abrapalma, Universidade Federal do Pará e Museu Paraense Emílio Goeldi.

O XXXVI Congresso Brasileiro de Ciência do Solo foi presidido pelo professor da UFRPA Antonio Rodrigues Fernandes. Desde que o local do evento foi decido, em 2015, ele foi incansável na sua organização.  Ao avaliar o Congresso, Antônio disse que a crise financeira que assola o país trouxe grandes dificuldades na captação de recursos, mas foi possível arcar com todas as despesas, sem sacrificar os congressistas. A distância de Belém das regiões onde há maior número de estudantes e pesquisadores também foi uma preocupação dos organizadores. No entanto, o Congresso manteve a média de participação dos anteriores.

O evento foi presidido pelo professor da UFRPA, Antonio Rodrigues

A circulação do conhecimento da Ciência do Solo aconteceu na apresentação de trabalhos científicos.   A Comissão organizadora do CBCS aceitou 1652 trabalhos, que foram apresentados em forma de e-pôsteres em totens digitais nos intervalos das palestras. Além de divulgar resultados de pesquisas, as apresentações favoreceram o conhecimento e as relações entre pesquisadores

Cultura paraense

A cultura paraense ficou marcada para sempre na memória dos participantes. Já na cerimônia de abertura, os congressistas assistiram a um belo show do Balé Folclórico da Amazônia, apresentando as principais danças do Pará, entre elas o carimbó, que também fez parte de um happy hour, depois de um dia inteiro de programação científica.  A programação social ainda contou com um coquetel de abertura e uma festa de confraternização, sempre valorizando a cultura regional.

Veja a cobertura completa do evento na edição maio/agosto de 2017 do Boletim Informativo da SBCS

 

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