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João Mielniczuk é condecorado com Prêmio Antonio Carlos Moniz de Ciência do Solo

A Sociedade Brasileira de Ciência do Solo condecorou o professor João Mielniczuk com o Prêmio Antonio Carlos Moniz de Ciência do Solo, em reconhecimento à sua ampla e relevante contribuição, durante toda vida profissional, à Ciência do Solo e à agricultura gaúcha e brasileira. Trata-se da maior condecoração conferida pela SBCS.

A entrega da premiação aconteceu durante a Assembleia Geral da SBCS, no dia 2 de agosto, no Congresso Brasileiro de Ciência do Solo, em Belém (PA). O professor João não pôde comparecer por motivos de saúde e foi representado pelo colega do Programa de Pós-Graduação em Ciência do Solo da UFRGS Cimélio Bayer, que agradeceu a condecoração em nome do homenageado. O diploma e a medalha do mérito foram entregues pela presidente da SBCS, Fatima Moreira.

O Prêmio Antonio Carlos Moniz é entregue a cada dois anos, durante a realização dos congressos brasileiros de Ciência do Solo, a um único profissional que tenha, ao longo de sua vida científica, contribuído extraordinariamente para o avanço da ciência ou da tecnologia na Ciência do Solo brasileira. No início dos anos ímpares, a SBCS abre as inscrições e aguarda as indicações feitas por sócios ou instituições, conforme o regulamento da premiação. Os nomes indicados são avaliados por uma comissão julgadora. Este ano, foram indicados seis candidatos. O nome do professor João Mielniczuk foi indicado pelo Programa de Pós-Graduação em Ciência do Solo da UFRGS, com o apoio de diversas instituições de ensino e pesquisa do sul do Brasil.

João Mielniczuk é engenheiro agrônomo (1964) e mestre em Ciência do Solo (1970) pela UFRGS, com doutorado pela Universidade de Wisconsin – EUA (1973). Ele dedicou a sua vida profissional ao desenvolvimento de pesquisa e formação de recursos humanos em Ciência do Solo no Departamento de Solos e no Programa de Pós-Graduação em Ciência do Solo da UFRGS. Com formação acadêmica em Fertilidade do Solo, atuou, até o final da década de 1960, no desenvolvimento e na calibração de análises de solos na região Sul. Posteriormente, os enormes problemas de degradação dos solos agrícolas pelo manejo inadequado levaram-no a atuar e a desenvolver no Brasil a área de Manejo de Solos. Foi nessa área em que apresentou a sua mais expressiva contribuição no ensino, pesquisa e formação de recursos humanos, particularmente no desenvolvimento de sistemas sustentáveis de manejo adaptados às regiões subtropicais e tropicais brasileiras.

A sólida formação técnica, visão privilegiada e comportamento humilde renderam a esse filho de pequenos agricultores poloneses a atuação na coordenação e desenvolvimento de importantes projetos de extensão que impulsionaram o setor agrícola brasileiro. Até o final da década de 1960, atuou no Projeto de Melhoramento da Fertilidade dos Solos do Rio Grande do Sul, a chamada Operação Tatu, que revolucionou a agricultura regional. Os significativos resultados obtidos na recuperação e manejo adequados da fertilidade do solo se refletem até hoje no desempenho da agricultura gaúcha e catarinense.

Posteriormente, no final da década de 1970, coordenou, juntamente com o colega Werner Wunshe, da Embrapa Trigo, o Projeto Integrado de Uso e Conservação do Solo (PIUCS), que abrangeu uma área de 3,5 milhões de hectares e foi desenvolvido na região produtora de grãos do Planalto Médio do Rio Grande do Sul. Similar à Operação Tatu, o PIUCS teve profunda influência na mudança de manejo de solos pela preconização do uso do solo segundo a sua aptidão agrícola, eliminação da queima da palha do trigo, redução do preparo de solo pela adoção dos sistemas de cultivo mínimo e plantio direto, além de uso de plantas de cobertura. Pode-se dizer que o desenvolvimento do PIUCS foi associado a projeto semelhante no Paraná, o marco da agricultura conservacionista no Rio Grande do Sul, que se difundiu posteriormente para as diversas regiões brasileiras.

Apesar da sua grande contribuição à pesquisa em Ciência do Solo, com aproximadamente 70 artigos publicados – em sua maioria na RBCS e em periódicos internacionais – e no desenvolvimento e coordenação desses importantes projetos de extensão, com forte expressão na produtividade das culturas e preservação dos recursos naturais em nível nacional, possivelmente tenha sido no ensino e na formação de recursos humanos a mais expressiva contribuição do professor João para o desenvolvimento e sustentabilidade da agricultura nacional. No curso de graduação em Agronomia da UFRGS, ministrou a disciplina de Fertilidade de Solo. No Programa de Pós-Graduação em Ciência do Solo teve destacada atuação na regência da mesma disciplina, por mais de 10 anos. Posteriormente, criou a disciplina Relação Solo-Planta com a efetiva colaboração do professor Ibanor Anghinoni.

Já migrando para a área de pesquisa em Manejo de Solos, criou a disciplina de Manejo de Solos, em 1993, que ainda ministra e é direcionada principalmente a estudantes de doutorado. Ela aborda aspectos avançados de interface do Manejo de Solos, como a Visão Sistêmica do Solo, Qualidade do Solo e Serviços Ambientais, Sequestro de Carbono e Emissão de Gases de Efeito Estufa em Solos Agrícolas.

Pesquisador nível 1A do CNPq de 1976 a 2010, quando desativou sua linha de pesquisa, o professor João Mielniczuk orientou 32 mestres e 18 doutores em Ciência do Solo, pesquisadores esses que desempenham suas atividades em universidades federais e institutos de pesquisa de todo o Brasil. A sua contínua participação como palestrante em congressos promovidos pela SBCS, somada à forte ênfase na formação de recursos humanos – que resulta na ocorrência de ramificações e influência indireta da atuação desse profissional -, torna difícil a mensuração da dimensão da sua real contribuição à Ciência do Solo e à agricultura nacional. Reforça-se, portanto, a convicção de que o professor João Mielniczuk situa-se entre os pesquisadores mais reconhecidos em nível nacional, seja pela sua expressiva contribuição técnica nas áreas de Fertilidade e Manejo de Solos, seja pelo seu caráter humanitário de respeito ao ser humano, que sempre pautou a sua vida e atividade profissional.

Aposentado desde 1995, o professor João Mielniczuk desativou a sua linha de pesquisa apenas em 2010, período até o qual manteve atividade intensa de ensino, pesquisa e orientação no Departamento de Solos e no Programa de Pós-Graduação em Ciência do Solo da UFRGS, como professor colaborador convidado.

(texto retirado do original de Élvio Giasson Chefe do Departamento de Solos/UFRGS e Carlos Gustavo Tornquist, Coordenador do PPG Ciência do Solo/UFRGS)

Instituições que referendaram a indicação do Professor João Mielniczuk:

  • Núcleos Regionais Sul e Paraná da SBCS.
  • Federação Brasileira de Plantio Direto e Irrigação.
  • Rede Oficial de Laboratórios de Análise de Solos e de Tecido Vegetal dos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
  • Secretaria da Agricultura, Pecuária e Irrigação do Rio Grande do Sul.
  • Instituto Riograndense do Arroz.
  • Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina– Epagri/Cepaf.
  • Universidade Federal do Pampa, UFSM, Udesc, Unoesc, UFPR e FAI Faculdades.
  • Embrapa, unidades Trigo, Clima Temperado, Cerrado, Tabuleiros Costeiros, Acre, Semiárido e Diretoria Executiva de Pesquisa e Desenvolvimento.
  • Associação de Engenheiros Agronômos do Oeste de Santa Catarina
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  • Foto: Gustavo Diehl (UFRGS)

Conheça a nova diretoria do Núcleo Regional Noroeste

Diretoria do Núcleo Regional Noroeste (AC,RO) eleita para a gestão 2017-2019:

Diretor: Paulo Guilherme Salvador Wadt (Embrapa Rondônia)
Secretária: Stella Cristiani Gonçalves Matoso (IFRO – Colorado do Oeste)
Tesoureira:  Marcela Campanharo (UNIR)
1°. Vice-Diretor: Henrique Nery Cipriani (Embrapa Rondônia)
2°. Vice-Diretor: Elizio Ferreira Frade Jr. (UFAC)

O site da SBCS está ainda mais seguro

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Ajude no levantamento de dados hídricos no Brasil

A pesquisadora Marta Ottoni, do Serviço Geológico do Brasil/CPRM está convocando a comunidade científica a colaborar com rápido preenchimento de questionário sobre levantamento de dados hídricos do solo no Brasil.

O objetivo é ampliar o conhecimento a respeito dos usos destinados a esses dados e os métodos mais utilizados para determinação deles, além de instigar a contínua determinação das propriedades hídricas do solo no país, que pode ajudar na ampliação do banco de dados físico-hídricos de solo no Brasil, o HYBRAS, recentemente lançado pela CPRM e que estará brevemente disponível para uso no site http://www.cprm.gov.br/…/Hidrologia-de-S…/Produtos-4601.html.

Esse acervo compila dados de retenção de água e condutividade hidráulica saturada, associados às informações de atributos básicos do solo e métodos de determinação dessas propriedades.

Os dados e informações gerados pelo preenchimento do questionário serão compartilhados.

 

 

Definida a nova diretoria do NEPAR

 Diretoria para o biênio 2017-2019 será responsável por organizar a próxima edição da Reunião Paranaense de Ciência do Solo

A nova diretoria do Núcleo Estadual Paraná da SBCS (Nepar/SBCS) foi eleita durante a V Reunião Paranaense de Ciência do Solo (RPCS), em Maringá (PR) com a missão de continuar os objetivos e metas do Núcleo e organizar as próximas edições da RPCS, em 2019, que acontecerá em Ponta Grossa, e do Simpósio Brasileiro de Educação em Solos, em 2018, na cidade de Dois Vizinhos

A nova diretoria foi eleita por unanimidade e tem como diretor Oromar João Bertol, da sede do Instituto EMATER, em Curitiba; como vice-diretor, Jeferson Dieckow, da UFPR, de Curitiba; como secretário, Paulo César Conceição, da UTFPR, Campus Dois Vizinhos e como tesoureiro, Tiago Santos Telles, da sede do IAPAR, em Londrina. A nova gestão tem mandato até o final de 2018.

Durante a assembleia, foram destacadas as realizações da antiga diretoria, tal como a participação do NEPAR na Câmara de Vereadores de Curitiba e na Assembleia Legislativa do Paraná, divulgando a importância da conservação do solo. O ex-diretor, Arnaldo Colozzi, também comentou as parcerias que foram realizadas para patrocínios das reuniões técnicas e eventos, como a REDEAGRO, além da Itaipu, Secretaria Estadual de Agricultura e do Abastecimento (SEAB), Instituto EMATER, Agrisus, empresas e cooperativas, entre outras. Ele também mencionou o sucesso do atual site (www.sbcsnepar.org.br) e o crescimento da fanpage (www.facebook.com/sbcspr).

Nos projetos que têm feito, o Nepar superou as expectativas de publicações editadas, com destaque para o Manual de Adubação e Calagem para o estado do Paraná, já disponível durante a V RPCS/II SBSA, o Guia Prático de Biologia do Solo e a obra “Conservando os Solos”, que complementa materiais didáticos para educação básica. Na avaliação de Arnaldo Colozzi, o Nepar também tem se destacado na realização de diversos eventos que fazem com que o nome do Núcleo tenha mais relevância na área de ciência do solo.

“É um biênio que termina, mas na verdade foi um trabalho de quatro anos (2015-2016/2016-2017) em duas gestões e saio muito satisfeito. Acho que construímos uma base sólida para o Nepar com apoio de professores e pesquisadores do Paraná”. Estou feliz e vou continuar apoiando o trabalho da nova diretoria, disse Arnaldo Colozzi.

O novo diretor, Oromar João Bertol, promete manter o ritmo de atividades do Nepar. “Temos desafios expressivos pela frente, dentre eles elaborar o Manual de Manual de Manejo e Conservação do Solo para o estado do Paraná, realizar a VI Reunião Paranaense de Ciência do Solo e o V Simpósio Brasileiro de Educação em Solos, participar do PROSOLO, ampliar o número de associados, dinamizar as divisões especializadas e as comissões. Contamos com um grupo atuante, mas sabemos que há uma possibilidade de ampliarmos bastante este número e isso significa aumentar a força e trabalho. Os desafios do Paraná são grandes na área de conservação do solo e nas diferentes áreas de ciência do solo, e é preciso ver o Nepar como um instrumento de respostas aos desafios da SBCS referentes à ciência do solo

(Fonte: Nepar)

Diretoria Nepar

Os três presidentes do Nepar – SBCS. Gonçalo Signorelli de Farias, Arnaldo Colozzi Filho e Oromar João Bertol (Foto: Alanis Brito).

 

 

SBCS formaliza convite para participação da FAO no Congresso Mundial de Solos, em 2018

O professor Flávio Camargo (UFRGS), que presidirá o Congresso Mundial de Solos em 2018 (21WCSS), participou da Delegação Brasileira do Ministério das Relações Exteriores na 5ª Assembleia Geral do Global Soil Partnership com o objetivo de formalizar o convite para participação da FAO no 21WCSS. A delegação foi recebida pela Vice-Diretora Geral da FAO, Maria Helena Semedo.

A delegação brasileira foi composta pelo Ministro Consular e Chefe da Representação do Brasil na FAO, Antônio Otávio Sá Ricarte, diplomata Roberta Lima, representante do Brasil junto à FAO, FIDA e PMA, Jefe Ribeiro, do Ministério da Agricultura e Flávio Camargo, do comitê organizador do 21WCSS. Também participou da reunião, Eduardo Mansur, Diretor da Land and Water Division da FAO.

Flávio Camargo apresentou o tema e o local do evento e  a expectativa de público, bem como uma proposta de participação da FAO, incluindo os seguintes itens: a) participação do Diretor-Geral da FAO José Graziano da Silva na cerimônia e na conferência de abertura do evento; b) divulgação do evento pela FAO nas suas diferentes plataformas; c) participação do Global Soil Partnership como patrocinador e como expositor no evento; d) auxílio financeiro para a participação de congressistas de países em desenvolvimento; e) apoio técnico da FAO e de seus quadros para o evento; f) realização da Reunião do Intergovernmental Technical Panel on Soils no evento.

O professor Flávio Camargo também apresentou os objetivos, as fases, as parcerias e as expectativas do Programa Nacional de Solos do Brasil (PronaSolos), a pedido da Chefia Geral da Embrapa Solos.

Da esquerda para a direita, na foto estão: Jefe Ribeiro, Antônio Ricarte, Maria Helena Semedo, Flávio Camargo, Eduardo mansur e Roberta Lima.

Flavio Camargo

Manual de Adubação e Calagem para o estado do Paraná está na Loja Virtual da SBCS

A SBCS está comercializando, em sua Loja Virtual, o Manual de Adubação e Calagem para o estado do Paraná. A publicação é do Núcleo Estadual Paraná da SBCS e contém 15 capítulos.

O livro está sendo vendido a R$80,00 para sócio e R$100,00 para não sócios. Visite a Loja Virtual da SBCS e saiba mais.

Capítulos

  • Aspectos físicos e evolução das recomendações de adubação e calagem para o estado do Paraná
  • Principais classes de solo do estado do Paraná
  • Avaliação da fertilidade do solo
  • Diagnose do estado nutricional das plantas
  • Correção da acidez do solo
  • Adubos e inoculantes
  • Tipos e estratégias de adubação
  • Calagem e adubação para as principais espécies de cereais cultivadas no estado do Paraná
  • Calagem e adubação para as principais espécies oleaginosas e de feijão cultivadas no estado do Paraná
  • Calagem e adubação para as principais espécies florestais cultivadas no estado do Paraná
  • Calagem e adubação para as principais espécies forrageiras cultivadas no estado do Paraná
  • Calagem e adubação para as principais espécies frutíferas cultivadas no estado do Paraná
  • Calagem e adubação para as principais espécies olerícolas e medicinais cultivadas no estado do Paraná
  • Calagem e adubação para as principais espécies de raízes, bulbos e tubérculos cultivadas no estado do Paraná
  • Calagem e adubação para outras espécies de importância econômica cultivadas no estado do Paraná

capa manual

Participe da Reunião anual da SBPC, em Belo Horizonte

A 69ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) ocorrerá de 16 a 22 de julho de 2017, no campus Pampulha da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em Belo Horizonte, MG.

Realizada desde 1948, com a participação de representantes de sociedades científicas, autoridades e gestores do sistema nacional de ciência e tecnologia, a Reunião Anual da SBPC é um importante fórum para a difusão dos avanços da ciência nas diversas áreas do conhecimento e um fórum de debates de políticas públicas para a ciência e tecnologia.

A programação científica é composta por conferências, mesas-redondas, encontros, sessões especiais, minicursos e sessões de pôsteres. Também são realizadas outras atividades, como a SBPC Jovem (exposição voltada para estudantes do ensino básico e público em geral), a ExpoT&C (mostra de ciência e tecnologia), a SBPC Cultura (apresentação de atividades artísticas regionais e discussões sobre temas relacionados à artes e cultura), a SBPC Afro indígena (conferências e mesas-redondas que abordam esta temática) e, encerrando o evento, teremos mais uma edição do Dia da Família na Ciência. Na semana anterior ao início da Reunião Anual, ocorrerá a SBPC Educação, com atividades voltadas para a atualização de professores do ensino fundamental e médio.

A cada ano a Reunião Anual da SBPC é realizada em um estado brasileiro, sempre em universidade pública. O evento reúne milhares de pessoas – cientistas, professores e estudantes de todos os níveis, profissionais liberais e visitantes. Além de autoridades e gestores que são formuladores de políticas públicas para ciência e tecnologia no país.

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