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Guia de campo da RCC de Roraima

Guia de Campo da XI Reunião Brasileira de Classificação e Correlação de Solos: RCC de Roraima

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Pré-inscrições abertas para a XIII RCC no Maranhão

A próxima Reunião de Classificação e Correlação de Solos (RCC) vai acontecer entre 19 e 26 de outubro de 2019, percorrendo o Maranhão. A Reuinão é um importante e tradicional evento técnico-científico promovido pela Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, com apoio da Embrapa Solos (Rio de Janeiro-RJ), sua periodicidade aproximada é de dois anos, em diferentes estados, com o objetivo de promover a validação e o aprimoramento do Sistema Brasileiro de Classificação de Solos (SiBCS) e dar suporte às pesquisas na área de solos, por meio da observação in loco de diversos perfis representativos de diferentes ambientes.

Durante a XIII RCC serão observados perfis de solos nos municípios de Campestre do Maranhão, Carolina, Balsas, São Raimundo das Mangabeiras, Paraibano, Presidente Dutra, Dom Pedro, São Mateus do Maranhão, Igarapé do Meio, Vitória do Mearim, Itapecuru-Mirim, Bacabeira, Morros, Icatu e São Luís.

Com 331.937,450 km² de área, o Maranhão apresenta grande diversidade de ecossistemas que incluem desde floresta amazônica, mata dos cocais, cerrados, campos inundáveis, restingas, manguezais e caatinga. Tal diversidade resulta não apenas da variação climática que ocorre no território maranhense, localizado na transição entre a região semiárida nordestina e a região amazônica, mas também devido à variação do embasamento rochoso, que apesar de dominantemente constituído por rochas sedimentares, engloba também derrames basálticos e rochas cristalinas, o que aliado às variações do relevo implica na grande variabilidade dos solos.

Pré-inscrição
As pré-inscrições para participação na XIII RCC-MA 2019 serão realizadas pelo e-mail: rccma2019@gmail.com, para o qual deve ser encaminhada uma mensagem com as seguintes informações:
Assunto: Solicito minha pré-inscrição na XIII RCC-MA 2019.
Nome completo:
CPF:
Doc. identidade / UF:
Instituição:
Cargo:
Endereço:
e-mail:
Telefone de contato:
Sou sócio da SBCS: (     ) SIM                (     ) NÃO
Preferência de apartamento (simples, duplo, triplo ou quadruplo/standart ou luxo). OBS: O atendimento a essa preferência dependerá da disponibilidade de cada hotel.
XIII RCC – datas importantes:
Pré-inscrições: 02/01/2019 a 31/01/2019.
Inscrições: 11/02 a 01/03/2019.
Período do evento: 19 a 26/10/2019.

Fonte: Carlos Dias (20.395 MTb RJ)
Embrapa Solos

III Encontro Paulista de Ciência do Solo (III EPCiS) é realizado em Ilha Solteira

O III Encontro Paulista de Ciência do Solo (III EPCiS) foi realizado em Ilha Solteira/SP, nos dias 07, 08 e 09 de novembro. Com o tema “Solos e suas relações com sistemas de produção agropecuários” o evento contou com 365 participantes vindos de 12 estados do Brasil, sendo: 22% profissionais de diferentes áreas (professores, pesquisadores, extensionistas etc), 20% de pós-graduandos e 58% de graduandos.

Ao todo foram ministradas 14 palestras distribuídas em quatro mesas redondas, onde a discussão foi valorizada pelos palestrantes, moderadores e debatedores de diferentes instituições paulistas. Foram realizadas também três visitas técnicas em que foi apresentado o manejo do solo na integração lavoura-pecuária-floresta, no cultivo de espécies florestais e no setor sucroenergético. Com o auxílio do Engenheiros Sem Fronteiras – núcleo de Ilha Solteira e do professor Hélio Ricardo Silva, foi organizado o minicurso intitulado “Bioengenharia de solos em áreas degradadas e estabilização de taludes e encostas“, ministrado pelo professor Luiz Lucena.

Durante o evento foram apresentados 143 trabalhos científicos. Os resumos expandidos mais bem classificados foram convidados para publicar os resultados nos periódicos: Colloquium Agrariae, Revista Cultura Agronômica e Revista Brasileira de Engenharia de Biossistemas.

Nesta terceira edição, Tsai Siu Mui, professora do Centro de Energia Nuclear na Agricultura da Universidade de São Paulo e o professor Salatiér Buzetti, da Faculdade de Engenharia da Unesp, foram homenageados como pesquisadores de destaque na área de Ciência do Solo no estado de São Paulo. Também foi entregue o prêmio “IPNI Scholar Award – 2018”, pelo Diretor do IPNI no Brasil, Luís Ignácio Prochnow.

O III EPCiS foi promovido pelo Núcleo Estadual São Paulo (NESP) da SBCS e organizado por profissionais de diversas instituições paulista (UNESP – Câmpus de Ilha Solteira, Tupã, Botucatu e Dracena, UNOESTE, APTA/IAC – Votuporanga, Andradina, Adamantina e Campinas), com o apoio do Grupo de Estudos em Nutrição, Adubação e Fertilidade do Solo (GENAFERT) e do Laboratório de Pedologia da Unesp de Ilha Solteira.

Os professores Thiago Assis Rodrigues Nogueira e Marcelo Carvalho Minhoto Teixeira Filho, do Departamento de Fitossanidade, Engenharia Rural e Solo da Faculdade de Engenharia da Unesp, Campus de Ilha Solteira, presidiram o III EPCiS. Estiveram presentes membros do NESP como os professores Rafael Otto, Estevão Vicari Mellis, Reges Heinrichs e Otávio Antonio de Camargo, além da professora Fatima Maria de Souza Moreira, atual presidente da SBCS.

O Diretor da Faculdade de Engenharia da Unesp de Ilha Solteira, professor Enes Furlani Junior comentou sobre o III EPCiS, realizado em Ilha Solteira. “O evento teve uma grande importância para a Unesp, para Ilha Solteira e para o Estado de São Paulo. As palestras proferidas e os trabalhos apresentados demonstraram o alto nível do evento, com a participação efetiva de docentes e discentes de cursos de graduação da Unesp e de outras instituições, além de profissionais da área agropecuária. O Campus da Unesp de Ilha Solteira teve a honra de participar da organização do evento e parabeniza toda comissão organizadora pelo excelente trabalho desenvolvido”.

O professor Thiago Assis Rodrigues Nogueira, vice-diretor do NESP, falou sobre os objetivos do evento. “Pretendíamos, com o III EPCiS, apresentar novos conhecimentos técnico-científicos, práticas, processos e transferência de tecnologia ligados à produção agrícola, voltada ao incremento da quantidade e qualidade dos alimentos, a produção de fibras e energia, a bioengenharia de solos em áreas degradadas, ao manejo adequado do solo nos diferentes sistemas de produção e à preservação do ambiente. Dessa forma, esperamos ter ampliado o entendimento dos participantes sobre os assuntos debatidos e estimulado a busca por novas estratégias para aumentar a produção de maneira racional, sustentável e com base em evidências”.

“Quando assumimos a organização desse evento, tivemos grande preocupação quanto as questões financeiras. Contudo fomos contemplados com apoiadores importantes como FAPESP, CNPq, IPNI Brasil, Barenbrug, Calcário Itaú, Cargill, Eldorado Brasil, Geoclean, Organosolví, Tecnal equipamentos científicos, laboratórios de Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas do DEFERS e pela Diretoria da Faculdade de Engenharia da Unesp, campus de Ilha Solteira, aos quais manifestamos os nossos sinceros agradecimentos. O evento superou nossas expectativas” analisou o professor Marcelo Carvalho Minhoto Teixeira Filho.

Reges Heinrichs (UNESP/NESP), Marcelo Teixeira Filho (UNESP), Fatima Moreira (UFLA/SBCS), Tsai Mui (USP), Salatiér Buzetti (UNESP), Thiago Nogueira (UNESP/NESP), Estêvão Mellis (IAC) e Rafael Otto (USP)

 

Presidente da IUSS é premiado pela ONU

O presidente da Internacional Union of Soil Science (IUSS), Rattan Lal, foi o agraciado este ano pela FAO/ONU, com o 3º Prêmio Mundial de Solo Glinka para excelência e Inovação em Ciência do Solo.
Rattan Lal, que fez a conferência de abertura do Congresso Mundial de Ciência do Solo realizado pela SBCS, em agosto, no Rio de Janeiro, está entre as mentes científicas mais influentes do mundo (2012) e entre os pesquisadores de referência para a agricultura mundial. Com uma carreira de mais de 50 anos e em seis continentes, ele trouxe uma mudança de paradigma no gerenciamento sustentável do solo com foco na restauração do carbono orgânico (SOC) e melhoria da estrutura do solo e das propriedades físicas / hidrológicas. 

Veja aqui o vídeo sobre a premiação.

Rattan Lal foi o conferencista da abertura do 21 World Congress of Soil Science, realizado pela SBCS, em agosto de 2018.

 

O Núcleo Regional Nordeste da SBCS lança o Volume 2 do seu Boletim Informativo

O lançamento foi realizado no Dia Mundial do Solo, 5 de dezembro.
 
Nas palavras do diretor do Núcleo, Júlio César Azevedo Nóbrega, ” a cada número publicado, caminhamos na consolidação do Boletim Informativo como um dos principais meios de comunicação e divulgação da Ciência do Solo e de seus pesquisadores, em nível regional. Neste sentido, o NRNE/SBCS, bem como toda a equipe editorial do Boletim Informativo, agradece a contribuição de todos na construção do v.2, n.1, de forma a proporcionar uma boa leitura numa temática tão importante para a Ciência do Solo: “A educação em Solos no Nordeste do Brasil”.
 
Visite a página do NRN e baixe o boletim Informativo 

Por que temos um Dia Mundial do Solo

O dia 05 de dezembro foi instituído pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) como sendo o Dia Mundial do Solo. Nesse dia normalmente são realizadas sessões de comemoração e discussão abordando temas atuais sobre o solo. Nessas sessões é demonstrada toda a preocupação com o solo, destacando-se os efeitos de impacto da falta de conservação do solo para a sociedade.

A SBCS atua na organização de eventos científicos, dentre outras atividades, nas diversas áreas da ciência do solo no Brasil e, por meio da Revista Brasileira de Ciência do Solo (RBCS) e do Boletim Informativo, divulga resultados de trabalhos e de ações de pesquisa nessa área no país. Assim, a ciência, tecnologia e inovação decorrentes dessas pesquisas são disponibilizadas para o público ligado à agropecuária nacional. Parte dessas pesquisas tem foco na conservação do solo e da água e sustentabilidade ambiental. Além disso, a SBCS atua politicamente para que a sociedade se conscientize da importância ambiental do solo e da água e, com isso, force o estabelecimento de ações de governança que contemplem a conservação desse valioso recurso nacional.

Mesmo assim, a população em geral pouco se preocupa com as consequências da ação predatória do homem sobre o solo. Normalmente, ela foca em problemas climáticos e as consequências sobre a água. Esses problemas são amplamente divulgados e comentados pela grande mídia nacional. No entanto, a população não se dá conta de que o solo é o único recurso natural que sustenta a vida na terra e que se encontra em condições críticas quanto à sua preservação e conservação, também porque a mídia não trata disso.

O solo é a base para a produção de alimentos, fibras, bioenergia e outros bens de consumo humano e animal e, por isso, sustenta a vida animal e vegetal na terra por essas funções vitais que lhe são inerentes. Também, o solo sustenta as edificações em áreas urbanas e rurais e a estrutura de transportes, abriga a biodiversidade e os ciclos biogeoquímicos, serve como transformador de resíduos e como filtro e armazém para a água, dentre outros benefícios. Apesar de todas essas contribuições aos seres vivos, o solo não tem sido adequadamente tratado pelos humanos, os únicos capazes de, ao mesmo tempo, usá-lo e conservá-lo.

No Brasil, as perdas de solo por erosão chegam a milhões de toneladas anualmente e, em todo o planeta, perdem-se bilhões de toneladas por ano, incluindo os diversos tipos de cultivo. Esse solo perdido se acumula em mananciais de água, assoreando-os. É importante destacar que as perdas de solo acontecem via água que transporta esse solo. Assim, essa água que deixa de infiltrar no solo e que escoa pela superfície, causa enchentes e todas as consequências decorrentes disso. Como o solo e a água perdida se originam, em geral, de áreas agrícolas em cultivo, estão sempre carregadas de poluentes químicos e orgânicos de natureza diversa que causam contaminação ambiental. O principal efeito disso é a eutrofização que compromete a vida aquática.

O solo que recobre a parte sólida do planeta é um sistema vivo. Comparando-se a existência da terra com a vida de ser humano, na escala temporal, o solo é considerado um recurso natural não renovável, pois, durante a vida de uma pessoa não se é possível perceber o solo se formando. Assim, os mais de 7,2 bilhões de seres humanos têm que sobreviver com essa oferta de solo, cada vez mais escassa devido ao desgaste e degradação causado pela intensidade exploratória.

A comemoração do Dia Mundial do Solo, em 05 de dezembro, é plenamente justificável em vista da importância do solo. No entanto, é importante que essa comemoração seja constante, durante os 365 dias do ano. Assim, seria muito importante que o conjunto da sociedade composto por governos, gestores ambientais, professores especialmente de escolas básicas, e principalmente os cidadãos em geral, adotem gestos de conservação do solo em suas ações diárias.

 

Ildegardis Bertol (UDESC)

Diretor da Divisão 3 da SBCS

Uso e Manejo do Solo

Mulheres destacam-se nos órgãos representativos da ciência do solo mundial

A primeira mulher presidir a IUSS

Laura Bertha Reyes Sánchez, atual Secretária Geral da Sociedade Latino-Americana de Ciências do Solo e será a primeira mulher a assumir a presidência da União Internacional de Ciência do Solo. Laura é professora do Departamento de Edafologia da Universidade Nacional Autônoma do México.

Laura Bertha concorreu ao cargo com o professor Alex McBratney (Austrália) e obteve 45 dos 66 votos válidos. Todas as sociedades de ciência de solo associadas à IUSS estavam aptas a votar. O mandado, segundo o estatuto da IUSS, será de seis anos divididos da seguinte forma: dois anos como presidente eleito (2019/2020), dois anos como presidente (2021/2022) e mais dois anos como ex-presidente (2023-2024). Nesse último ano, a IUSS estará comemorando seu centenário.

A SBCS cumprimenta a professora Laura Bertha desejando muito sucesso na tarefa de representar a ciência do solo mundial.

Saiba mais sobre a nova presidente da IUSS no vídeo em que ela defende a sua candidatura.

https://www.youtube.com/watch?v=HPBr_D5IJKY

Uma mulher para presidir o ITPS

Rosa Poch, da Universidade de Lleida, Espanha, foi eleita para presidir o Painel Intergovernamental de Solos (ITPS) da FAO/ONU. O Painel Técnico Intergovernamental sobre Solos (ITPS) foi criado na primeira Assembleia Plenária da Global SoilPartnership(GSP), realizada na sede da FAO, em Roma, em 2013 e é composto por 27 especialistas em solo, representando todas as regiões do mundo. A principal função do ITPS é fornecer aconselhamento científico e técnico e orientação sobre questões globais do solo para a Parceria Global do Solo (GSP), principalmente, para solicitações específicas apresentadas por instituições globais ou regionais. O ITPS defende a gestão sustentável do solo nas diferentes agendas de desenvolvimento sustentável.

Lúcia Anjos será a nova representante do Brasil no ITPS da FAO

A professora do Departamento de Solos da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) e diretora da Divisão 1 da SBCS (Solo do Tempo e no Espaço), Lucia Helena Cunha dos Anjos, foi nomeada representante do Brasil no Intergovernmental Technical Panel on Soils (ITPS) da FAO/ONU). A indicação do nome da professora Lúcia Anjos foi consenso entre a SBCS, Embrapa, Instituto Agronômico de Campinas (IAC) e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa)

Para a professora Lúcia, a participação do Brasil no ITPS/GSP é uma oportunidade de compartilhar pesquisas e tecnologias geradas nas várias instituições brasileiras, com pioneirismo em solos e ambientes tropicais, bem como as políticas implementadas pelo MAPA. “A permanência do Brasil, entre os representantes da Aca Latina e Caribe indicados para esse mandato permitirá prosseguir e aprofundar ações iniciadas no mandato anterior pela pesquisadora Maria de Lourdes Mendonca Santos (Embrapa Solos)”, disse Lúcia Anjos.

Os novos membros foram efetivados na Sexta Assembleia Plenária do Global Soil Partnership (GSP), que aconteceu entre os dias 11 e 13 de junho, na sede da FAO, em Roma, e terão mandato até 2021.

Lúcia Anjos, a 4ª da esquerda para direita à frente. Rosa Poch, logo atrás dela, na segunda fila.

 

 

 

Reinaldo Cantarutti rebece prêmio de pesquisador sênior do IPNI

O professor Reinaldo Bertola Cantarutti, do Departamento de Solos e Nutrição de Plantas da UFV foi premiado na categoria “Pesquisador Sênior 2018” pelo International Plant Nutrition Institute (IPNI). A premiação é concedida todos os anos, para homenagear os profissionais que realizam trabalhos de excelência nas áreas de nutrição de plantas, fertilidade do solo e fertilizantes. A premiação foi entregue ao professor Cantarutti pelo diretor do INPI no Brasil, Luis Prochnow, durante palestra dele no Simpósio de comemorações dos 90 do Departamento de Solos, dia 26 de outubro.

O IPNI é uma organização sem fins lucrativos dedicada a desenvolver e promover informações científicas sobre o manejo responsável dos nutrientes das plantas para o benefício da família humana.

Reinaldo Bertola Cantarutti fez graduação (1977), mestrado (1980) e doutorado (1996) na Universidade Federal de Viçosa. Foi pesquisador do Centro de Pesquisas do Cacau / CEPLAC (1980 – 1996) atuando na área de nutrição de plantas forrageiras de adubação de pastagens. Coordenou o Programa de Pesquisa em Bovinocultura do CEPEC, membro brasileiro no Comitê da Red Internacional de Evalución de Pasturas Tropicales – RIEPT/Centro Internacional de Agricultura Tropical, entre 1986 e 1991). É professor na área de fertilidade do solo no Departamento de Solos / Universidade Federal de Viçosa desde 1996.  Desenvolve pesquisa na dinâmica do nitrogênio no continuo solo-planta, desenvolvimento e avaliação de fertilizantes nitrogenados, avaliação da fertilidade do solo e recomendação de adubação e nutrição de plantas forrageiras e adubação de pastagens.

É membro da Secretaria Executiva da Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, como tesoureiro, entre 2001 e 2011 e como Secretário Geral desde 2011.

É editor executivo da Revista Brasileira de Ciência do Solo e co-editor do Boletim Informativo da SBCS.

Segundo o diretor do INPI, a escolha do nome do professor Cantarutti deve-se à dedicação dele à SBCS e às diversas contribuições dele à ciência do solo no Brasil.

Professor Cantarutti, à esquerda, recebe prêmio do diretor do IPNI, Luís Prochnow